Por me considerar uma pessoa educada, todos os dias quando chego á paragem do autocarro, vejo quem está á minha frente, para saber quando entrar. Mas todos os dias chegam pessoas (?) depois que passam á frente de quase toda a gente. Apercebi-me que, quando dou o lugar a alguém que efectivamente estava á frente, essa pessoa agradece a gentileza... que não é nenhuma, visto que está primeiro. O curioso é que não são os 'putos', os 'rebeldes', a 'escória' que faz isso, mas sim os 'velhinhos coitadinhos', que entram cheios de energia no 767 ou no 738, e depois lá dentro começam a chatear para que alguém se levante e lhes dê o lugar... A minha educação só vai até certo ponto, e não consigo 'engolir' essa conversa...
Isto tudo para dizer que, se os 'putos' são os maus, o que são os 'velhinhos coitadinhos'??? Exemplos a seguir?
terça-feira, 27 de novembro de 2007
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Publicidade nos jogos da bola

Ontem, ao ver os jogos que passaram na 'tv desportos', além do jogo, vi os anúncios que passam nos intervalos. Vamos lá ver: o futebol é visto maioritariamente por homens, muitos deles (e como vi o jogo do benfica) são machos á antiga, verdadeiros trolhas da vida, devem ficar no mínimo indignados com o anúncio que passa 5 a 10 vezes, praticamente seguidas. Estou-me a referir ao anúncio da 'Lilly, vivebem.com'. Para quem não sabe, é um site onde se dão conselhos para a impotência.
Então mas esses 'chicos-espertos' acham que a malta que vê futebol, se a equipa tiver a perder ou a ganhar, vai tomar atenção a isso??? Porra, pá. Um gajo já está chateado por a equipa não estar a jogar nada, e ainda por cima dizem que 500.000 homens em portugal não conseguem por o dito em pé... Haja bom senso...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Fumar... com estilo
Para começar, admito: sou fumador. Mas não fumo muito, um maço dá-me para 3 dias (2, se houver futebol pelo meio)... No local de trabalho temos uma sala (denominada 'pulmão negro') só para fumar. Admito, é um pouco deprimente, juntar um grupo de pessoal num espaço não muito grande, com uma janela, só para alimentar um vício que é mortal. Mas sabe bem...
Mas estou a escrever aqui para falar de fumar... com estilo. Ao longo dos anos, principalmente no cinema, fumar era um acto requintado, dava estilo, definia quase uma personalidade. Podendo juntar o 'útil ao agradável', pode-se fumar, mas não cair em exagero.

Mas hoje tive o previlégio de assistir ao verdadeiro sentido da frase 'fumar com estilo'. Vinha eu em pé, como é normal, no 738, do Marquês para a Avenida Infante Santo quando, logo a seguir á Estrela, vejo uma senhora a conduzir e a fumar (não se deve, mas todos os que fumamos fazemos...). O dos problemas de fumar e conduzir é a cinza que, estando o vidro aberto, entra no carro, sujando muitas vezes a nossa vestimenta (principalmente as calças). Só que esta senhora teve uma ideia, no mínimo, espectacular: indo vestida de branco (qual homem dos gelados OLÁ), levava um pano do pó (sim, daqueles castanhos claros, que se usa para dar restaurador nos móveis) no colo, prevenindo-se assim de uma tarde com calças manchadas...
Faço aqui um apelo então: padeiros de Portugal, homens dos Gelados, pintores e investigadores forenses da PJ, sigam o exemplo desta senhora, e não mais manchem o branco das calças, com a cinza de um cigarro
Mas estou a escrever aqui para falar de fumar... com estilo. Ao longo dos anos, principalmente no cinema, fumar era um acto requintado, dava estilo, definia quase uma personalidade. Podendo juntar o 'útil ao agradável', pode-se fumar, mas não cair em exagero.

Mas hoje tive o previlégio de assistir ao verdadeiro sentido da frase 'fumar com estilo'. Vinha eu em pé, como é normal, no 738, do Marquês para a Avenida Infante Santo quando, logo a seguir á Estrela, vejo uma senhora a conduzir e a fumar (não se deve, mas todos os que fumamos fazemos...). O dos problemas de fumar e conduzir é a cinza que, estando o vidro aberto, entra no carro, sujando muitas vezes a nossa vestimenta (principalmente as calças). Só que esta senhora teve uma ideia, no mínimo, espectacular: indo vestida de branco (qual homem dos gelados OLÁ), levava um pano do pó (sim, daqueles castanhos claros, que se usa para dar restaurador nos móveis) no colo, prevenindo-se assim de uma tarde com calças manchadas...
Faço aqui um apelo então: padeiros de Portugal, homens dos Gelados, pintores e investigadores forenses da PJ, sigam o exemplo desta senhora, e não mais manchem o branco das calças, com a cinza de um cigarro
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Corrida de Touros...
Diz-me o senso comum que, á primeira vista, o nome de uma actividade resume a finalidade da mesma... Então eu pergunto-me 'Porquê corrida de touros???'. Não sou contra a 'actividade' (só acho que devia ser feita sem os touros) nem quero aqui adoptar um discurso de defensor dos animais.
Numa conversa de almoço algo parva, comentei: então mas se é corrida de touros, então e que distância correm? 100 metros? 1500? Maratona?
Pus-me a imaginar como seria então uma verdadeira corrida de touros, e cheguei á minha conclusão.

A minha ideia consiste no mesmo princípio das corridas de galgos, em que uma lebre é largada antes da corrida, e os galgos seguem-na, tentando apanhá-la. (hoje em dia essa lebre é mecânica, porque ninguêm quer maltratar animais, óbvio).
Como é uma ideia inovadora, e para dar mais emoção, penso que devia-se começar com o que atrai os touros (neste caso, um toureiro, vestido totalmente de vermelho, era o ideal)
Penso que assim o espectáculo seria mais apelativo e justo, mas isto sou eu a pensar...
Numa conversa de almoço algo parva, comentei: então mas se é corrida de touros, então e que distância correm? 100 metros? 1500? Maratona?
Pus-me a imaginar como seria então uma verdadeira corrida de touros, e cheguei á minha conclusão.

A minha ideia consiste no mesmo princípio das corridas de galgos, em que uma lebre é largada antes da corrida, e os galgos seguem-na, tentando apanhá-la. (hoje em dia essa lebre é mecânica, porque ninguêm quer maltratar animais, óbvio).
Como é uma ideia inovadora, e para dar mais emoção, penso que devia-se começar com o que atrai os touros (neste caso, um toureiro, vestido totalmente de vermelho, era o ideal)
Penso que assim o espectáculo seria mais apelativo e justo, mas isto sou eu a pensar...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Uma questão de interpretação
As camisolas 'rosa'.
Ora, para mim, a camisola não é rosa, nem nada que se pareça. É vermelha, e pela primeira vez fico muito satisfeito pelo Benfica usar vermelho nos 2 equipamentos. Só que o vermelho alternativo está um tanto ou quanto 'queimado'. É um vermelho gasto, possivelmente o mesmo usado nos primeiros equipamentos, de 1904, que com o passar dos tempos e jogos ao domingo á tarde, foi perdendo a côr.
Ora, para mim, a camisola não é rosa, nem nada que se pareça. É vermelha, e pela primeira vez fico muito satisfeito pelo Benfica usar vermelho nos 2 equipamentos. Só que o vermelho alternativo está um tanto ou quanto 'queimado'. É um vermelho gasto, possivelmente o mesmo usado nos primeiros equipamentos, de 1904, que com o passar dos tempos e jogos ao domingo á tarde, foi perdendo a côr.
Para aqueles que dizem: é rosa, eu digo: pode ser, ou não. E tenho provas: uma montagem feita por mim...
Conforme se pode ver na imagem, a côr rosa não é nada mais do que vermelho. Está na palete de cores, não há como enganar. Só alguém de má fé diz que é rosa. É vermelho com um pouco de branco. Se fizerem um degradé de vermelho para branco, vão encontrar côr de rosa no meio.
É este o meu ponto de vista, e ninguem me convence do contrário.
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